Rancho de Santa Valha comemora o seu VIII aniversário.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
É raro, mas ainda os vai havendo no concelho de Valpaços
Ora aqui está uma imagem que, no concelho de Valpaços já não se vê todos os dias, esta junta, não de Bois mas sim de Vacas são da aldeia de S. Pedro de Veiga do Lila, no nosso concelho já deve ser das últimas, eram 'jungidas' ou 'jungidos' para ajudar nos trabalhos do campo e sem dúvida prestavam um grande serviço, actualmente não sei se haverá muitas mais no concelho, mas, segundo sei, parece que devem existir mais uma ou duas. Lembro-me que, aqui bem perto nas Lagoas havia algumas, agora não sei se ainda existe por lá alguma.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
RAUL PEDRO - Dá uma nova “vida” às tradicionais cabaças
Poucos já devem lembrar da utilidade que as cabaças tinham há muito tempo atrás. Utilizadas pelos mais antigos como garrafa, onde transportavam o vinho, que lhes matava a sede durante os árduos trabalhos do campo. Hoje em dia já não é essa a sua principal utilidade. No entanto ainda há muita gente a plantar esta “fruta” e a reutiliza-la.
Raul Pedro, habitante de Valpaços, tem na cidade uma propriedade na qual cultiva exclusivamente cabaças. Cabaças de todos os tamanhos e feitios fazem despertar a imaginação deste valpacense, que com elas vai produzindo carros, ratos, aviões, cobras, tartarugas, figuras humanas, entre outros. Raul Pedro já perdeu a conta ao número de cabaças que já produziu e trabalhou. Neste momento tem um espaço, junto à sua casa, onde expõem, mesmo que discretamente, mais de duas centenas de cabaças trabalhas pelas suas próprias mãos.
A sua esposa é o seu braço direito neste “trabalho”, também começou a gostar de pintar cabaças e incentivou o marido a divulgar o seu trabalho na XII Feira do Folar. O resultado não poderia ter sido melhor, centenas de pessoas visitaram o espaço que Raul Pedro ocupou, e conseguiu algum volume de negócios, endo cada trabalho único e que esta actividade é mais um passatempo do que um negócio.
Raul Pedro tem os seus trabalhos expostos no rés-do-chão de um prédio na Rua Francisco José Medeiros, junto ao Centro Paroquial.
Texto e Fotos cedidas gentilmente pelo 'Tribuna Valpacense'
Saudações
terça-feira, 27 de abril de 2010
Pilhas no chão não... no Pilhão
Percorrendo o nosso concelho, vão aparecendo estas situações, caricatas ou não elas aparecem.
Com Pilhões assim é mais fácil as pilhas irem parar ao lixo normal, e depois... essa história de reciclagem onde fica. E a responsabilidade de quem será?
Já agora, 'Reciclar é o que está a dar', pelo menos esse é ou seria o lema... mas assim é difícil.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Nós Por Cá...é assim,
Não é só na televisão que se vê este tipo de situação,no nosso concelho também aparecem situações como esta, uma passadeira bem à porta de casa , até aqui nada de mais... mas, estranho é esta passadeira dar para uma parede, eheheheeh...
Nós Por Cá...também é assim.
Saudações
sexta-feira, 23 de abril de 2010
' Bicas, Marcos e Chafarizes' da nossa terra.
Pelo nosso concelho vamos encontrando estes 'chafarizes', ou numa versão mais popular as chamadas 'bicas'ou 'marcos'. Quem não se lembra das longas filas que se formavam para poderem encher o cântaro de água, ir à 'bica' era também muitas das vezes pretexto para o namorico. Hoje já toda a gente tem água canalizada em casa, mas onde em onde ainda se encontram pessoas que se deslocam com regularidade à 'bica' para encher os garrafões de plástico, que com a evolução dos tempos veiram substituir os cântaros, e ou outro tipo de recipientes que eram utilizados para guardar a água.
Para finalizar a água ainda é a 'Fonte da Vida'
Saudações
Para finalizar a água ainda é a 'Fonte da Vida'
Saudações
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Profissão Resineiro ... em vias de extinção
Longe vão os tempos em que ser resineiro era uma profissão mais ou menos próspera, actualmente e segundo sei o nossso concelho conta apenas com um, que, apesar dos tempos vai teimosamente trabalhando nessa arte. Os pinheiros com porte suficiente para poderem ser sangrados, são ainda visitados pelo resineiro que, apesar das condições do terreno serem geralmente difíceis, nomeadamente devido ao acentuado declive das encostas, leva a cabo a sua árdua tarefa em ritmo acelerado, colhendo a resina hoje em dia em sacos, mas antigamente era para uma especie de malga em barro, e uma vez esta cheia iam despejá-la numa barrica ou lata grande, que nem sempre estava perto, dado que tinha que ser colocada num local onde pudesse ser carregada, noutros tempos em carros de bois e mais recente já em camionetas. Hoje utilizam sacos plásticos para recolher a resina, e estes já deram bastante, a julgar pelos cortes feitos nestes pinheiros.
Aqui deixo a letra da música de Zeca Afonso, alusiva ao resineiro, que nos ensinou a saudosa D. Amália minha professora da primária e, que em pequeno tantas vezes cantamos na escola
Resineiro Engraçado
Resineiro engraçado, engraçado no falar
Resineiro engraçado, engraçado no falar
Ó i ó ai, eu hei-de ir à terra dele,
Ó i ó ai, se ele me lá quiser levar
Já tenho papel e tinta, caneta e mata-borrão,
Já tenho papel e tinta, caneta e mata-borrão,
Ó i ó ai, pr'a escrever ao resineiro,
Ó i ó ai, que trago no coração.
Resineiro é casado, é casado e tem mulher,
Resineiro é casado, é casado e tem mulher,
Ó i ó ai, vou escrever ao resineiro,
Ó i ó ai, quantas vezes eu quiser
Vamos esperar que haja alguém interessado em abraçar esta profissão já tão em desuso, quem sabe...
Saudações
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